Posse de Bolsonaro deverá ser “ato ecumênico”, com padres e pastores

Posse de Bolsonaro deverá ser “ato ecumênico”, com padres e pastores

Presidente eleito muda tradição em gesto inédito

Presidente eleito Jair Bolsonaro participa de culto na Igreja Batista. (Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)

por Jarbas Aragão

 

O presidente eleito, Jair Bolsonaro deverá quebrar a tradição em vigor no país desde a proclamação da República. Sua posse em 1º de janeiro de 2019 não deve ser a tradicional missa, mas sim um “ato ecumênico” na Catedral de Brasília.

O capitão reformado prefere que um culto ecumênico seja realizado na manhã do primeiro dia do ano, como ato de gratidão a Deus. Ele é católico, e sua mulher, Michelle, evangélica. Eleito com o apoio de vários pastores famosos, alguns deles deverão estar presentes no cerimonial, mas os nomes ainda não foram divulgados.

 

Depois do ato na Catedral, Bolsonaro seguirá para o Palácio do Itamaraty, onde será servido um almoço para as delegações internacionais. A expectativa é que compareçam aliados importantes, como o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.

Preocupação com sua segurança, especialmente depois do atentado à faca em Juiz de Fora, deve impedir o tradicional desfile em carro aberto. De acordo com as informações divulgadas pela assessoria, todo o rito da posse do 38º presidente eleito será encurtado.

As informações são do Gospel Prime