Capim Grosso: Secretário é sabatinado pelos vereadores

Capim Grosso: Secretario é sabatinado pelos vereadores

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Na sessão da Câmara de Vereadores desta terça feira (27), compareceu o Secretario de Obras e Urbanismo, Ricardo Souza, utilizando a tribuna convidado pelos edis, no intuito de destacar o momento em que se passa no município.
Ricardo comentou que todos reconhecem a crise e que o município não esta fora disso, exemplos disso, pedidos de vereadores que não são possíveis de realizar, com a prefeitura cortando gastos, mas, honrando os compromissos, com salários em dias e esforço no pagamento de dividas trabalhistas, não perdendo a certidão negativa. “Um ajuste fiscal que gradualmente a população vai reconhecendo, garantindo as conquistas, seja na área de saúde ou administração como um todo e bens para comunidade”.
Na iluminação pública está discutindo novas tecnologias, assim como as ligações de água, até que a crise passe sem prejuízos para a comunidade. “O momento é extremamente difícil”,disse. “Estes quase quatro anos têm resultados significativos, com mudanças na Secretaria de modo a divulgar e ter o registro que o município perdia anteriormente e a comunidade precisa saber o que se paga de tributos e ter o reconhecimento do que se faz com esses tributos”, explicou.
O Secretario comentou sobre os esgotamento sanitário do ponto de vista de saúde e questões ambientais. Pontuou sobre a limpeza pública urbana, “onde houve quebra de contrato de uma empresa que prestava serviço de mal qualidade, e com a contratação da nova empresa as melhoras já apareceram mudando, a estratégia sem coletores de ruas (toneis), a inclusão de um caminhão compactador com capacidade para 15 toneladas de lixo, a Lei que regulamenta o resíduo da construção civil, onde PDDU diz que a responsabilidade desse entulho é do gerador, necessitando de um projeto para regulamentação”, adiantou.
Ricardo Souza informou que no último ano foi realizado cerca de sete mil serviços, que não é colocação de material, existindo um déficit grande em colocação de braços de lâmpadas, e a reposição das lâmpadas nas avenidas e quatro contornos foi necessário a locação de caminhão com elevação para facilitar o serviço, pavimentação e manutenção de calçamento não existia na cidade e foi realizada 3 400 metros de tapas buracos. Disse ainda que pequenas obras de calçamento tem impacto significativo e inclusive com recursos próprios, sendo possível graças ao esforço que o município vem fazendo. Ricardo ainda lembrou da manutenção dos canais de esgotos. Das as obras que estão paralisadas, por conta da burocracia, “no Bairro São Luiz, já esta sendo tocada, no Jardim Formosa dentro de 1 5 dias será recomeçada, Colégio Modelo, Creche do Povoado do Peixe, estão sendo retomadas”.
Explicou que a taxa de iluminação pública da zona rural, se implantou equivocadamente. “Foi solicitada a Coelba todas as famílias da zona rural cadastradas e que se encaixem no perfil de 80 khz e de antemão indicou que muitas famílias não comprovaram que é domiciliada na zona rural com ITR atualizado e Declaração de Aptidão.
Convenio com a polícia militar para regularização do transito requalificando e melhorando. No final os vereadores fizeram questionamentos.
1- Bruno Vitor – “Não é culpa da administração, mas quando tiver a empresa comum charlatão a obra do São Luiz não sai”. Sobre as lagoas, disse que setenta por cento já foi aterrada. Pediu colocação de placas proibindo lavagem de carros na barragem de Pedras Altas.
2- Vado Verdes Mares falou sobre a pretensão de uma reunião com comerciantes, para tratarem das calçadas padronizadas e com rampas de acessibilidade.
3- Hildete Carvalho perguntou qual a Lei que foi criada a respeito dos entulhos, que os donos de obras deixam no meio da rua. Falou a sobre o desrespeito de motaxitas e caminhoneiros na feira livre, muitas vezes atropelando pessoas idosa.
4- Frank neto sugeriu um prazo para colocação de material que serão utilizados em construções. Sobre a taxa de iluminação disse que é necessário o ITR para regularização e que o município foi acusado de estar roubando a população, o que não é verdade, tirar do bolso de um cidadão ou um produtor R$ 1,56.
Ricardo disse que não sabe se será possível colocar material de construção junto com resíduos no mesmo projeto, e é necessário consultar a assessoria jurídica. Sobre a acessibilidade disse que o sonho é uma calçada padronizada . “Aterro das lagoas é uma pedra no sapato, na última reunião ficou acordado que não aconteceria nenhum tipo de aterro, um empresa faz o projeto e levantamento de todas as lagoas e tem casos que vão ser tratados na justiça, pois estão debochando da cara do município”, concluiu.
Fonte/ herick Rios
Foto/ Herick Rios