Criança com paralisia cerebral freqüenta estádios de futebol em Capim Grosso

Criança com paralisia cerebral freqüenta estádios de futebol em Capim Grosso

Por Agnaldo Santos e Herick Rios

Várias são as contribuições do ambiente familiar para o desenvolvimento de crianças com paralisia cerebral. Na noite de terça-feira, 23, o site br324 esteve no Ginásio de Esportes Dr. Otto Alencar, com Júcila Vitória Almeida de 10 anos de idade, filha de Gilvanete Souza de Almeida (Néo), que tem um tratamento especial e vem se tornando uma rotina, fazendo a diferença em sua vida. Vitória é irmã dos jogadores amadores, Diego e Reinan, de Capim Grosso- BA, que vão disputar o Campeonato de Empresas e Classes pelo Store Reis. O futebol traz muitas alegrias para toda a família. A senhora Néo acompanha seus filhos e adora o esporte, e por este motivo, Vitória já está sendo reconhecida no meio esportivo da cidade por acompanhar sua mãe em todas as partidas, tanto quando os irmãos jogam, como também em outras ocasiões. Segundo Néo a pequena Vitória tem várias reações durante os jogos, com a alegria da torcida, “ela sorrir quando me ver torcendo e gritando”, disse.  Ela reconhece os irmãos em campo e reage as vibrações da mãe.  São reações e possibilidades de movimento e comunicação que influencia positivamente a vida da jovem Vitória, que explora e descobre diversas emoções através do esporte, uma forma que ela tem de interagir e adaptar-se, pois não se trata de uma doença e sim uma condição especial, podendo apresentar melhoras, com esses estímulos.

De acordo o NACPC (Núcleo de Atendimento à Criança com Paralisia cerebral), a paralisia cerebral é um transtorno do neurodesenvolvimento, principal causa de deficiência física na infância e ocorre de 2 a 2,5 casos por 1.000 nascidos vivos.

Texto e  fotos : Br324

As   informações  são  do  BR 324

Da  redação  capimgrosso.com.br