No dia Mundial do Meio Ambiente vereadores de Capim Grosso aprova projeto de lei que proíbe a derrubada de Umbuzeiros.

NO dia Mundial do Meio Ambiente vereadores de Capim Grosso aprova projeto de lei que proíbe a derrubada de Umbuzeiros.

Os vereadores aprovaram na sessão dessa segunda feira, 05, o Projeto de Lei do nº 139 que preserva o umbuzeiro e proíbe sua derrubada, Bruno Vitor, por se tratar de uma planta nativa da região. Ainda trataram sobre diversas indicações e assuntos.

Palavra do Presidente – Bruno Vitor desejou as boas vindas ao novo comandante da 91ª CIPM, Major Luiz Alan, pois Capim Grosso precisa muito de segurança e é uma cidade que cresce muito, um eixo rodoviário e junto a isso vem a criminalidade. Comentou também que visitou as estradas vicinais que estão recebendo melhoramentos, aprovando a qualidade do serviço.

Nanal Vilas Boas falou sobre a indicação para o campo society Pedro Viola. Falou sobre a conferência onde quase todos os países do mundo assinaram o acordo de Paris, para diminuírem a poluição global, porém os Estados Unidos não concordou, Danald Trump segue a linha americana contra a saúde do planeta. Lembrou que o Brasil ,sendo o 7º mais poluente do universo assinou o acordo “A Bahia sendo um estado com maior desmatamento do pais, não trata seu clima ambiental e se torna um dos mais violões dos estados brasileiros, o Governo ano passado tinha uma meta de exterminar dois mil jumentos, sem nenhuma explicação que justificasse tamanha brutalidade, não reconhecendo que este animal foi o sustento da economia durante décadas e durante a seca nordestina”, comentou. “Na fazenda Mucambo há seis anos atrás vi uma calamidade, o fazendeiro Teor preservava a mata nativa dando sustentabilidade da região, sendo a única reserva florestal do município e dia 23 junho de 2011 foram encontrados apenas cinzas, pois fazendeiros que compraram nas mãos dos herdeiros tocaram fogo”, lembrou. “Há tempo naquela região o verde não existe mais, o meio ambiente muita gente pensa ser apenas mato , agua, verdes e quando na verdade significa o bem estar dos elementos que se juntam para uma vida melhor, mas não pode se esquecer o meio ambiente urbano, os animais domésticos que vem sendo desrespeitados e aqui na câmara já ouve discussões a respeito e o poder público não deu importância”, continuou. “Em 2009 deu entrada em um projeto, por iniciativa popular e em 2014 aconteceu o mesmo, mas não houve importância, sendo a Lei que disciplina o uso de animal de carroça na cidade, e os carroceiros os sustentam e conduzem de qualquer forma e sem respeito aos animais que ajudam a sustentar suas famílias’, criticou. Pede um cadastro de condutores de animais e idade mínima e máxima de trabalho, condições de saúde e condições sóbrias, além de peso máximo a colocar na carroça e locais de descanso. “Muitos no dia de hoje (feira livre), terminam o trabalho, ficam nos bares e os animais amarrados em postes e quando chegam em casa nem a carroça do lombo do animal se retira”, disparou. O requerimento pede ainda na Lei, um veterinário a disposição para esses animais. “O que nós vemos aos animais de carroça é desrespeito e crueldade sem generalizar, mas boa parte não tem se quer o sentimento cristão por aqueles que tanto os ajuda, no dia do meio ambiente falta-se muito para fazer jus ao senhor do universo”, concluiu.

Jó Queiroz, disse que o dinheiro público pago ao Diretor de Obras e urbanismo, Elizeu (Zéu), não vale a pena, pois o mesmo não faz nada, criticou também o Secretario Edelzo nascimento. “A máquina arrancou alguns calçamentos da rua e até hoje não foi arrumado, mas a prefeita vai entender um dia que quem manda é ela” disse. Também fez cobranças sobre o banheiro do Mercado Municipal, precisando de uma pessoa que tome conta de fato. Pediu que a Secretaria de Saúde, faça uma reunião com funcionários de PSFs, pois segundo informações uma família foi mostrar um exame e não conseguiu e ainda foram maltratados, e o jovem de 21 anos chegou a falecer sem mostrar os exames.

Nem da Pastoral falou mais uma vez dos quebra-molas da feira livre, para que pessoas não tropecem nesses locais que estão sem pintar, “hoje aconteceu de novo e se não resolver vou falar novamente, com uma coisa simples que é pintar o quebra mola”, cobrou. Disse que esteve com motoristas e que R$ 50, 00 para os condutores de veículos da prefeitura, que viajam para Salvador, “é muito pouco”. “Se depende do Executivo, que eles mandem o projeto rapidamente para a Câmara aprovar o aumento”. Disse que viajou até Juazeiro-BA, através do Rotary e viu a importância do Club, com várias palestras onde fala no servir e espera que a comunidade abrace e apoie. Sobre a indicação de rebaixar os quebra- molas, recebeu mensagens e cobranças de cadeirantes, e não vai deixar de cobrar, pois só sabe a dificuldade de ter que fazer uma volta muito grande, são os próprios cadeirantes. Lembrou da Lei Federal do ano 2000, que fala sobre acessibilidade, explicando que está pedindo baseado na Lei.

Samoel Moto Taxí disse que observou o relato de alguns vereadores e reforçou o pedido do legislador Nem da Pastoral, explicando que também lutou por muitos anos pela mesma causa, esperando que a gestão atenda esse pedido, “pois realmente só sabe a importância disso quem não tem as pernas para andar, precisando que a gestão entenda essa necessidade”, relatou. Disse que não é mais aceitável levar pessoas à Salvador para fazer um exame de mamografia, “no sexto mês de gestão o município ainda não fez convênio com nenhuma clínica, sendo uma coisa tão simples e importante, as pessoas já sofrem tanto à espera do estado e ainda manda isso para o estado resolver, se a gente cobra no início, diz que porque é tempo, mas saúde é prioridade e não pode esperar, e gestora é medica e sabe a importância desses exames, o eletro ainda faz na UPA mas a demanda é grande, basta de sofrimento de levar pessoas para fora da cidade”, reclamou. “Estão tirando a tradição nordestina do São João, se apresenta um valor de 350 mil e o único cantor é Tayrone, mas cadê os forrozeiros?”, indagou. “Com 350 mil reais dava para trazer muitos forrozeiros, mas da forma que estão tirando a tradição é uma absurdo, os barraqueiros vão trocar dinheiro, pois se paga 450 reais em uma barraca e chega a ser um absurdo, ou então baixaram e reconheceram que teria que baixar o valor e que nos próximos anos tragam a tradição de volta, precisamos cuidar de nossas origens”. Pediu que a prefeita sancione a Lei sobre o saudoso Teodomiro, que dá nome a uma Rua no povoado do Peixe, já aprovada pela Câmara. Disse que sempre vai votar a favor do povo, mas espera que o benéfico chegue, principalmente o projeto do Bolsa Atleta que se discutiu tanto e não contempla os atletas até hoje.

Lucas Maciel comentou sobre a regulamentação da PEC 304, que regulamenta a vaquejada, pois é uma matéria que tramitou no Congresso, mas abrange todo território nacional e em especial o Nordeste. Disse que esteve em Brasília e levaram 700 caminhões e 500 ônibus, cerca de 10 mil vaqueiros, montados na explanada dos ministérios, defendendo esse esporte que gera mais de 700 mil empregos, “e como praticante não poderia passar na tribuna sem comentar, pois os vaqueiros que vivem disso podem ficar mais tranquilos”, adiantou. Contou a história do surgimento da vaquejada, sendo hoje um dos maiores esportes do Nordeste. Disse querer ser a voz da juventude e das redes sociais, pois se fala muito sobre o São João da cidade e os barraqueiros e donos de lojas esperam o ano inteiro para ver o festa junina grande e poder lucrar, “será que vai ter como lucrar?”, perguntou. “Penso em ir em Serrolândia e Capela, mas será que as pessoas virão para cá?”, indagou. “Acertaram nas atrações locais mais não vão ter o poder de atrair pessoas, gente de idade espera o ano todo para ir na praça valorizar a tradição e pessoas esse ano não irão, se colocasse forrozeiros autênticos a praça estaria lotada e espera que nos próximos anos vejam com olhar diferente, a principal festa pública de Capim Grosso poderia usar o dinheiro de 350 mil para conduzir melhor e contratar melhores bandas, houve licitação no começo do ano para palcos e banheiros públicos e se isso já foi licitado, esses valores serão abusivos”, finalizou.

Jeferson Ferreira disse que o coral municipal está em formação e trará muitas alegrias e os edis vão acompanhar a solicitação votando a favor do pedido do espaço da câmara para ser usado pelo coral, valorizando a cultura e a juventude. Também comentou sobre projeto de preservação do umbuzeiro, para garantir que as gerações futuras encontrem essa árvore ainda no nosso meio. Informou que nessa terça feira, 06, é a última fase da licitação de reparos para pavimentação e em julho o planejamento é de pavimentação em três ruas no Bairro Novo Oeste. Parabenizou o trabalho da Secretaria de Saúde (Aytan Guimarães), pela marcação da reunião com edis para falar sobre o fluxograma e o que pode ser feito e melhorado, ouvindo os representantes do povo, que são os vereadores e não houve nenhum problema em escolher pessoas e os 11 vereadores irão participar, e a comunicação e transparência é a melhor forma de interagir com o cidadão levando qualidade de vida e bem estar para a cidade.

Antonio Martinho pediu orações para Antonio de Souza (Tande), morador do Lagedo, que está em coma. Comentou sobre a programação do São João, e que nesse momento discorda da contratação de Tayrone e que o projeto de Nanal, é excelente e terá seu apoio. Disse que Capim grosso deveria ser contemplado com Edgar Mão Branca, parabenizou a contratação de artistas do município. Falou que o projeto do Rua com o nome de Teodomiro, não foi sancionado porque talvez não chegou na mesa da prefeita, “eu fiz uma solicitação de instalação da cisterna em Junquinho e ela não sabia dessa situação, e assim que informei procurou o setor responsável para providenciar. Estive na Coelba e fui orientado que o responsável pelo setor desconhecia do artigo e secretaria responsável pediu que encaminhasse ofício das casas da zona rural onde cobra a tarifa devidamente e a Coelba fará a correção. Sobre o projeto 48 que chegou na Casa e as ruas citadas estão com divergência de localidade e o projeto de doação já foi passado, era a gestão entregar a papelada ao instituto e começar a construir. Informou que nos dias 17 e 18 terá exame de glaucoma em Capim Grosso, sendo uma alegria que os munícipes terão, com direito garantido pela gestão. Comentou que durante os dias 12, 13 e 14 de junho será feito um mutirão de cirurgia em Jacobina para pacientes de 14 a 65 anos, encaminhados por médicos de cada unidade.

Gilberto Alves falou para a população da comunidades de Melancias e Peixe que em conversar com representante da empresa da licitada para reforma dos pontos de ônibus, vai começar nessa terça feira, 06, e aproveitou para agradecer a gestão também disse que tem requerimentos que não chegam ao conhecimento da gestora, pedindo que os secretários passem as informações para que ela possa dá a resposta.

As informações são do Facebook da Câmara